quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Por Milene Maia - Sanbone Pagode Orquestra

"A edução é a solução para o povo perceber o quanto o Brasil é rico culturalmente".

Maestro Hugo Sanbone

Os melhores momentos da Sabone Pagode Orquestra no XVII Festival de Música Instrumental da Bahia, de 16 a 18 de dezembro, no Teatro Vila Velha - Passeio Público.



Milene Maia está no corpo discente de Cinema e Audiovisual na UFBA (Universidade Federal da Bahia).

A ficção de Merval Pereira e seu ghost writer


Saiu no Nassif

Em italico sublinhado, minhas observações

Política

A ficção do Amaury

Merval Pereira, O Globo

O livro “Privataria tucana”, da Geração Editorial, de autoria de Amaury Ribeiro Jr, é um sucesso de propaganda política do chamado marketing viral, utilizando-se dos novos meios de comunicação e dos blogueiros chapa-branca para criar um clima de mistério em torno de suas denúncias supostamente bombásticas, baseadas em “documentos, muitos documentos”, como definiu um desses blogueiros em uma entrevista com o autor do livro.

Disseminou-se a idéia de que a chamada “imprensa tradicional” não deu destaque ao livro, ao contrário do mundo da internet, para proteger o ex-candidato tucano à presidência José Serra, que é o centro das denúncias.

Estariam os “jornalões” usando dois pesos e duas medidas em relação a Amaury Jr, pois enquanto acatam denúncias de bandidos contra o governo petista, alegam que ele está sendo processado e, portanto, não teria credibilidade?

É justamente o contrário. A chamada “grande imprensa”, por ter mais responsabilidade que os blogueiros ditos independentes, mas que, na maioria, são sustentados pela verba oficial e fazem propaganda política, demorou mais a entrar no assunto, ou simplesmente não entrará, por que precisava analisar com tranqüilidade o livro para verificar se ele realmente acrescenta dados novos às denúncias sobre as privatizações, e se tem provas.

Como assim? Qual a responsabilidade na denúncia de que foram entregues centenas de milhares de dólares em um envelope no Palácio do Planalto? E a do "consultor" Ruben Quícoli, que dizia que com propina seria possível levantar R$ 10 bi no BNDES para uma fabriqueta? E a denúncia de que Dilma encomendaria dossiês para o Ministério da Justiça, ou a ficha falsa de Dilma? Merval deveria ter mais responsabilidade ao escrever, ainda mais criando para si esse papel de jornalista sério em veículo sério. Não é do estilo do Merval essas manifestações de indignação. Corto um dedo se o ghost writer dessa tertúlia não é o próprio Serra.

Outros livros, como "O Chefe", de Ivo Patarra, com acusações gravíssimas contra o governo de Lula, também não tiveram repercussão na "grande imprensa" e, por motivos óbvios, foram ignorados pela blogosfera chapa-branca.

Desde que Pedro Collor denunciou as falcatruas de seu irmão presidente, há um padrão no comportamento da “grande imprensa”: as denúncias dos que participaram das falcatruas, sejam elas quais forem, têm a credibilidade do relato por dentro do crime. Confira na íntegra:

Luís Nassif

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Celebração

Por Ruy Espinheira Filho

Se não vieste,

como celebrar a tua vinda?

A manhã é luminosa,
grande e belo será o dia
e certamente
grande e bela será também
a noite.

E não vieste.
Como sempre, não vieste.

Assim,
vou pôr rosas na mesa
e abrir o vinho,
para, mais uma vez, celebrar a tua
permanência.


Ruy Epinheira Filho enviou com exclusividade o poema: Celebração, do novo livro: Viagem & outros Poemas, para o Sentinelas da Liberdade.

Confira também:
O desabafo de Ruy Espinheira na Bienal do Livro da Bahia

A "ética" da avestruz e a esperteza da cascavel



Acabei de ler o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., “A Privataria Tucana”. E li também o artigo do articulista de O Globo, Merval Pereira, que entendeu a publicação como “ficção”. Ficção? Como assim? Não há nada na obra que remeta a esta situação. O livro é um condensado de fatos que não causa supresa para quem tem acompanhado com olhar crivo o desenrolar da vida política do País nos últimos 25 anos. O processo de privatizações da era FHC foi marcado por muita corrupção e bandidagem, como o autor demonstra cabalmente. Fato. O que Pereira faz, mal e porcamente num texto sofrível e teleguiado, é tentar encantar incauto.

A estratégia de negar com profundo silêncio um rigoroso e exaustivo processo de apuração jornalística, e amplamente documentada, denuncia algo. E perigoso. Em recente comentário veiculado nas redes sociais, o jornalista Bob Fernandes declarou: “O silêncio da grande mídia em relação ao livro de Amaury Ribeiro pode ser revelador”. Sim, revela-nos muitas inquietações, e a mais preemente ancora-se num argumento-tese, e básico: parte significativa da grande mídia no Brasil está organicamente partidarizada. E se não fosse a Internet possivelmente milhões de pessoas não teriam acesso às informações contidas na apuração de Amaury Ribeiro. Na íntegra: www.textosaovento.blogspot.com

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A Globo e o público evangélico

Saiu no Nassif

Do OpenSanti

Rio gasta R$ 2,9 milhões no festival de músicas evangélicas da Globo


Foi Malafaia que sugeriu à Globo a realização do Promessas

A prefeitura do Rio gastou R$ 2,9 milhões com a infraestrutura do Festival Promessas, de músicas gospel, realizado no dia 10, um sábado, no Aterro do Flamengo para a gravação de um especial da Rede Globo. Os gastos foram calculados para um público de 200 mil pessoas, mas compareceram apenas 20 mil, embora a apresentação tivesse incluído as principais estrelas desse tipo de música.



Pelourinho recebe maestro Zeca Freitas com Orquestra de Todos Os Santos


Sentinela – Antonio Nelson


Os ritmos da melodia baiana com o swing afro, além do samba, maracatu, e a fusão eletrônica estão presentes no repertório do maestro Zeca Freitas e sua Orquestra de Todos os Santos, no lrago do Pelourinho, nesta terça-feira, às 20h, na realização de um show inédito.

Na captação da sonoriade dos “santos”, das diversas regiões do país, ou seja, explorar, reinventar, misturar, corromper etc. o maxixe, o maracatu, o frevo, o samba, funcky carioca e outros gêneros estão em constante ebulição nas ões de Zeca e Orquestra.

Zeca e Orquestra tentam produzir o som da modernidade: ka-ópticos, tecno-ilógicos, multimidiáticos, globali(le)sados e instantâneos. O “OTS” tem a sensibilidade de captar plagas – santos – mundiais, com o intuito de compartilhar sons universais.


Mestro Zeca Freitas prestou homenagem ao Mestre Salustiano

Sentinela – Antonio Nelson


Os ritmos da melodia baiana com o swing afro, o samba, o maracatu e a fusão eletrônica estiveram presentes no repertório do maestro Zeca Freitas e sua Orquestra de Todos os Santos. Zeca e Orquestra prestaram reverência ao reger no tom do póstumo ícone pernambucano Mestre Salustiano. A homenagem aconteceu no último domingo (18), no XVII Festival de Música Instrumental da Bahia, no Teatro Vila Velha – Passeio Público.

A captação dos “santos”, das diversas regiões do país, ou seja, explorar, reinventar, misturar, corromper etc. o maxixe, o maracatu, o frevo, o samba, funcky carioca e outros gêneros estão em constante ebulição nas paresentações de Zeca e Orquestra.

Contudo, para Zeca, a Orquestra tenta produzir o som da modernidade: ka-ópticos, tecno-ilógicos, multimidiáticos, globali(le)sados e instantâneos. O “OTS” tem a sensibilidade de captar plagas – santos – mundiais, com o intuito de compartilhar sons universais.

Os artigos assinados não representam necessáriamente a opinião do Sentinelas da Liberdade. São da inteira responsabilidade dos signatários. Sentinelas da Liberdade é uma tribuna livre, acessível a todos os interessados.