quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Mudança de data - Etapa Bahia da 1ª Conferência Nacional de Comunicação

A Comissão Organizadora Estadual informou que a Etapa Bahia da 1ª Conferência Nacional de Comunicação foi transferida para os dias 14 e 15 de novembro (sábado e domingo). A mesma estava programada para os dias 24 e 25 de outubro, na Fundação Luis Eduardo Magalhães (Flem), em Salvador. A alteração foi definida seguindo as orientações de adiamento da Conferência Nacional.

A decisão foi tomada durante a reunião da Comissão estadual, na última quarta-feira (21), e visa também ampliar a mobilização dos participantes dos diversos segmentos no sentido de qualificar o debate durante o evento.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O presidente do Partido da Imprensa Golpista


O Partido da Imprensa Golpista (PIG) é um termo que surgiu entre os internautas brasileiros em 2007 para caracterizar a grande mídia. O termo foi popularizado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim em seu blog Conversa Afiada. Amorim, quando utiliza o termo, escreve com um i minúsculo para se referir ao portal iG, do qual foi abruptamente demitido em 18 de março de 2008 no que descreve como sendo um processo de "limpeza ideológica". O termo ganhou tanta notoriedade que fez parte de um discurso do deputado federal pernambucano Fernando Ferro, do Partido dos Trabalhadores, no qual sugeriu que Arnaldo Jabor assumisse o cargo de presidente do PIG.

O termo também é constantemente utilizado pelos jornalistas Luiz Carlos Azenha e Rodrigo Vianna em seus blogs, que também ajudaram em sua popularização.

O termo PIG foi criado por André Alírio (Salvador, BA) em 2006, na comunidade do Orkut Apoiamos o Presidente Lula PT.

Definição

O termo é utilizado de forma genérica e pejorativa para se referir ao jornalismo praticado pelos grandes veículos de comunicação do Brasil, que seria demasiadamente conservador e que estaria tentando derrubar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e membros de seu governo de forma constante. Considerando que pig é "porco" em inglês, a conotação pejorativa do termo pode ser maior do que já é.

De acordo com Amorim, o termo PIG pode ser definido da seguinte forma: "Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista".

Quem compõe o núcleo do PiG

Segundo a Blogosfera, os principais meios de comunicação que estariam à base do PiG, seriam quatro grandes grupos midiáticos importantes. Por ordem: a TV Globo e o jornal O Globo da família Marinho, o jornal Folha de S. Paulo, o outro jornal O Estado de São Paulo e a Revista Veja, do grupo Editora Abril.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_da_Imprensa_Golpista

http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=20710

Bancos espoliam países pobres

Sentinela – Germano Machado*

Na revista Mundo e Missão de agosto de 2009, publicação do PIME – Pontifício Instituto das Missões, no
www.mundomisssao.com.br, no comentário de atualidades traz o título: Grandes Bancos ajudam a espoliar os países pobres. Na mesma revista se diz que: “segundo uma análise da organização independente Global Witness, uma organização sem fins lucrativos que se dedica a pesquisa sobre causas e efeitos da exploração da riqueza natural do mundo, alguns dos mais expressivos bancos mundiais facilitam a corrupção nos países mais pobres”. O autor é Edison Barbieri – edsonbarbieri@yahoo.com.br.

Esse estudo da Global Witness mostra como certos bancos atuam com negócios em regimes corruptos. Informa ainda que tais bancos facilitaram e facilitam corrupção e saque estatal explorando países. O que equivale a mostrar dolorosamente que esse mecanismo bancário desvia os países pobres de terem oportunidade de sair da miséria e não serem dependentes de outros. Por exemplo, a Global Witness diz abertamente: “se recursos como o petróleo, gás e minerais realmente existem para ajudar a eliminar a pobreza da África e de outras regiões, então os governos devem assumir a responsabilidade de impedir que os bancos façam negócios com ditadores corruptos e com suas famílias”. Considero tal informação uma denúncia. O mesmo informe aponta clientes de determinados bancos na Guiné Equatorial, na República Democrática do Congo, no Gabão, na Libéria, em Angola e no Turcomenistão. Mostra que nesses países a riqueza natural foi e está sendo explorada por poucos, enriquecendo grupos, fortalecendo poder de ditadores, financiando guerras devastadoras.

A Revista, citando o Global Witness afirma e afiança: “Entre os bancos mencionados estão Barclays, City Bank, Deutsche Bank e HSBC”. Evidentemente que essas instituições bancárias têm ampla visão mundial e agem praticamente em todos os países, inclusive nos da América Latina e no Brasil. Anthea Lawson, da Global Witness informa: “Os bancos fornecem o mecanismo para que haja corrupção em torno dos recursos naturais”. Nessas informações das instituições citadas, “o filho do ditador da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang foi apoiado pelo Banco Barclays muito depois de se tornarem públicas as provas de que sua família estava envolvida na usurpação das riquezas pretrolíferas daquela nação. Esclareça-se que o Banco Riggs que entrou em decadência em 2004, assim foi devido à investigação promovida por comitê do Senado Norte Americano. Descobriu-se ainda que essa instituição bancária mantinha contas em nome do referido ditador equatorial, membro de sua família e seu governo. O filho do ditador era Ministro da Agricultura e Floresta, no Governo de seu próprio pai e, vejam com um salário de 4.000 doláres mensais, mas tinha conta no Barclays, polpuda e muitíssimas vezes maior do que se possa imaginar. Entretanto, a Guiné Oriental africana continua sendo um dos países mais pobres do mundo. O jovem ministro tem uma mansão de 35 milhões de dolares, em Malibu (Estados Unidos) e gastou 6 milhões e 300 mil dolares na compra de automóveis nesses últimos 10 anos.

A Global Wittness afirma que o City Bank Group facilitou o financiamento de guerras civis em Serra Leoa, permitindo o ex-Presidente Liberiano Charles Taylor a saquear as riquezas naturais de madeira. Por denúncias, esse ex-Presidente está sendo desde meados de 2009 julgado por crime de guerra no Tribunal Penal Internacional de Haia. O informe citado ressalta que “os bancos ajudam, direta ou indiretamente, os que usam as contas do Estado para enriquecer ou oprimir seus povos”. Essa descrição da Global Witness foi levada às vésperas da reunião do G-20, ocorrida, imaginem, em abril de 2009, em Londres ocasião em que se analisou a atual crise financeira mundial. Em declarações, quando da publicação de sua encíclica Veritas in Caritate, Bento XVI afirmou que a crise financeira mundial era motivada pela ganância de Estados e instituições bancárias.


*Germano Machado – Fundador do CEPA ( Círculo de Estudo Pensamento e Ação) Brasil, Jornalista da primeira turma da UFBA 49/52, Professor Aposentado da UCSAL e da UFBA, alguns livros publicados: Dois Brasis, Introdução a Euclides da Cunha, da Físca da Matéria à Metafísica do Espírito, Sintetismo – Filosofia da Síntese.
germanomachado83@gmail.com

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mais um jornal gratuito


Sentinela - Luís Guilherme Pontes Tavares*

Desde domingo, 11 de outubro, que o London Evening Standart, vespertino londrino, passou a ser distribuído de graça. É “o primeiro dos jornais históricos ingleses a transformar-se num gratuito”, registrou o jornal português Público na sua edição de 03 de outubro. E acrescentou que a tiragem mais que duplicaria, de 250 mil para 600 mil exemplares diários.

O fenômeno explosivo da multiplicação de jornais de graça no mundo já nos acomete há algum tempo, toda sexta-feira, com a publicação regular do Metrópole, do empresário Mário Kertész. Nesse caso, a tiragem confessada é de 80 mil exemplares, superior, portanto, à tiragem dos demais jornais de Salvador.

O que importa nos dois casos – do London Evening e do Metrópole – é a tiragem que seduz a publicidade. O passo dado pelo jornal inglês, todavia, é audacioso demais, pois entra num campo de disputa em que outro veículo da mesma empresa – o Lite – já tem leitores cativos.

O próprio Evening explicou que a decisão acontece num instante em que o magnata naturalizado norte-americano Rupert Murdoch, dono da multinacional News Corporation, não mais concorre no espaço dos jornais gratuitos de Londres e tem experimentado prejuízos com o Wall Street Journal, de Nova Iorque, e com a expansão da presença da sua empresa na internet.

O fenômeno mundial do crescimento da oferta de jornais de graça – free newspapers – é surpreendente porque acontece quando as circunstâncias não autorizariam tal situação. De um lado, a consciência ecológica torna-se cada vez mais aguda no mundo inteiro; de outro, multiplicam-se os sites que oferecem, em tempo real, notícias de todos os lugares.

Fica a impressão de que o fim do caminho dos jornais gratuitos é um precipício por onde cairão o jornalismo e a liberdade de imprensa. É o que vejo quando embarco no metrô de Londres pela manhã. Há jornais desarrumados e espalhados nos vagões... É uma apocalíptica visão de que o que foi importante, agora é tão-somente lixo!

Paris, 12.10.2009.

*Luís Guilherme Pontes Tavares é jornalista, produtor editorial e colunista do Sentinelas da Liberdade – artigo é exclusivo do Sentinelas.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Blog Conversa Fiada é mais acessado do que o site da Veja

Maísa Amaral



Um navegante e amante de boas notícias encaminhou para o blog Conversa Fiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, as informações disponíveis no Alexa, site do Grupo Amazon, que rankeia internacionalmente sites do mundo inteiro, quanto aos acessos.

Segundo o Alexa, o blog está na posição 2.067, dos mais acessados no Brasil, já a Revista Veja aparece, na posição 12.379.

O blog tem linkados 362 sites ao seu. E a revista, 570.

A revista apresenta ao mercado as seguintes informações:


18.144.153 páginas vistas / mês




domingo, 18 de outubro de 2009

Viver a vida em círculos

Teleanálise
Sentinela - Malu Fontes*
Há cerca de um mês no ar, é fato que ‘Viver a Vida’, o novelão das nove da vez, sob a responsabilidade de ‘Maneco’, como os telenoveleiros ditos descolados preferem chamar o novelista Manoel Carlos, ainda não disse a que veio. Sem uma estrutura dramática mínima, mesmo que multifacetada em diversos núcleos, como é a marca registrada do autor, Viver a Vida tem chamado mais atenção por suas características extrínsecas à trama do que por suas qualidades dramatúrgicas. Se o aferidor de qualidade da novela for a quantidade de pautas e teminhas descartáveis que ela consegue agendar na imprensa cor de rosa, então é um sucesso.

Onze entre 10 revistas de moda e de fofocas e suas versões televisivas ressaltam dia sim e outro também a elevação do crespo que caracteriza os cabelos de Thaís Araújo à condição de proposta fashion e de novo hit das cabeças femininas. Mesmo que de natural o cabelo da heroína tenha pouco ou quase nada, resultado que é de um aplique chiquérrimo produzido por cabeleireiros hypados do Leblon e do Projac. Além de ser objeto de notícia pela beleza dos seus cachinhos volumosos, Thaís também é citada como a primeira protagonista negra do horário nobre em onze a cada 10 textos desses que ninguém perde nada não lendo. Anuncia-se o fato com tons de conquista a ser celebrada pelos movimentos afirmativos dos negros.

PEGADOR - O outro e definitivo índice de falação em torno da novela, também completamente à margem da trama em si, é, pela enésima vez, a enxurrada de referências ao galã José Mayer. As façanhas eróticas encarnadas pelo ator a cada personagem que interpreta já são tão lendárias que até mesmo aqui, em Salvador, jornais impressos lhe dedicam a primeira página, com direito a torso nu e texto improvável: José Mayer, o pegador. O modo como o ator é trombeteado é a cara do machismo brasileiro. Enquanto Norminha (personagem de Dira Paes na novela anterior) foi elevada à condição de galinha nacional, Mayer é o elogiável pegador, num texto claríssimo para quem ainda tem dúvidas sobre a predominância da assimetria moral incrustada nos processos de adjetivação aplicados a homens e mulheres colecionadores de parceiros de cama.

À novela, falta um eixo axial, mesmo para as múltiplas histórias que o autor gosta de contar simultaneamente. O cotidiano dos personagens, um tema caro a Manuel Carlos, é mal roteirizado, um xabu sem comparado à maestria do roteiro da série ‘Tudo Novo de Novo’, por exemplo, cuja temática também era o cotidiano familiar da classe média. Em Viver a Vida, neste primeiro mês, tudo fica andando em círculos, ao sabor de personagens superficiais, incapazes de dar consistência e de, consequentemente, estimular o interesse do telespectador pelo desdobramento da narrativa.

A idéia de retornar aos depoimentos pessoais ao final de cada capítulo foi a primeira vítima da novela, pois a impressão é a de que, por ser uma repetição de um recurso utilizado em Mulheres Apaixonadas, a fórmula se exauriu. E, é bom que se diga, nem toda história com um componente trágico ou triste termina com os envolvidos embalados naquele grau de contentamento e aceitação. Muitos dos relatos felizes soam a artifício melodramático para a Globo filmar. Entre quatro paredes, muitos daqueles dramas devem ter cores muito menos alegres. Ligue uma câmera de TV diante de uma pessoa e veja o seu (do instrumento) poder de transformação.

TARTARUGAS INDIANAS - Como dentro da novela a xaropada dominante reina dia após dia, com personagens indo e vindo sem parar e sem rumo na trilha repetitiva Leblon-Búzios, a emissora e os autores devem mesmo comemorar se um dia sim e outro também os assuntinhos periféricos paralelos à trama ganharem visibilidade no repertório de quem não suporta o real, mas não vive sem uma Contigo! ao alcance de mão. Na falta de uma polêmica grandona, já surgiu uma literalmente pequenininha. Os politicamente corretos de plantão, sempre risíveis e incapazes que são de dar um jeito na realidade hostil do mundo, não perdem uma chance de levar a ficção para os tribunais. A bola da vez, ou melhor, a bolinha, é a presença em cena de uma garotinha, a atriz mirim Klara Castanho, que interpreta Rafaela, a filha espevitada da personagem Dora (Giovanna Antonelli).

Como se toda criança fosse boazinha, comportada, dócil e as pestinhas infantis só existissem em filmes de terror, não é que a moralidade brasileira achou por bem entender que a personagem é uma vilã? A personagem é uma criança espevitada e de língua afiada, como trocentas existentes do lado de fora da tela, tanto nas piores quanto nas melhores famílias. A patrulha quer que o autor transforme a menina de mentira em uma santa, nessa fantasia doida de quem não consegue intervir na ordem das coisas reais e desloca a potência de correção do mundo para obras de ficção descartáveis.

Não custa e, nessa sanha de correção, vão matar a pobre da Rafaela na trama ou lobotomizá-la, tornando-a uma criança exemplar de laboratório. Para quem acha que Rafaela representa um atentado ao comportamento infantil, um mau exemplo, por encarnar a inventada vilanização da criança, não custa dar uma espiada nos exemplos das crianças nominadas de novos talentos e prodígio pela televisão local. O que pode ser mais deseducativo do que uma criança recoberta de Maia (personagem de Juliana Paes na última novela das nove), encenando coreografias indianas com movimentos de pescoço inspirados naquelas tartaruguinhas artesanais xexelentas que balançam a cabeça ao ritmo do vento nas bancas dos camelôs que as vendem? Crianças prodígio e talentosas? Ah, tá.

*Malu Fontes é jornalista, doutora em Comunicação e Cultura e professora da Facom-UFBA. Texto publicado em 18 de Outubro de 2009. maluzes@gmail.com

sábado, 17 de outubro de 2009

O novo mantra de Flávio Venturini



Entrevista




Maísa Carvalho Amaral e Antonio Nelson Lopes Pereira*



A Natureza tem um significado importante na vida e nas composições do cantor mineiro Flávio Venturini, que realizou na sexta-feira (16/10/2009), show de pré-lançamento do novo álbum Não se apague esta noite. Receptivo e bem humorado, Venturini recebeu a equipe do Sentinelas, 10 minutos antes da sua apresentação na capital baiana.

Sentinelas da Liberdade – Suas músicas e composições estão sempre relacionadas com a natureza, o seu novo Cd também. Qual o significado disso?

Flávio Venturini –
Eu sempre vi na natureza uma grande fonte de inspiração, de boas energias, saúde, e de uma coisa que temos que preservar, inclusive, nesse disco que acabei de lançar tem uma música que se chama Mantra da Criação, que fala sobre o futuro – o país e o planeta que vamos deixar para os nossos filhos. Pois ela foca bastante essa questão da ecologia, natureza. Ecologia em todos os sentidos, principalmente nas relações pessoais.

SL – Qual a importância de divulgar seu trabalho na Internet?

F.V - Uma das coisas boas da Internet é a possibilidade de divulgar hoje o trabalho para o mundo, não só pra um nicho. Antigamente só tinha divulgação pelas lojas e rádios. Por outro lado, com essa democratização tem algo que eu não acho legal: o não respeito ao direito autoral. Acho que isso tem que ser respeitado e conseguir uma forma da música ser mais barata, por ser democrática, nesse sentido da Internet, mas acho que o artista, qualquer artista, seja de música, artes plásticas, literatura, tem que ter de alguma forma o seu direito autoral respeitado.

SL – Qual é a sua avaliação quando suas músicas são utilizadas apenas como entretenimento?

F.V- Acho que música é também entretenimento. Talvez, principalmente entretenimento. Música é cultura. Mas música é para as pessoas curtirem, se informarem, faz parte.

SL - Você vai fazer a abertura da primeira edição do projeto "MPB Canta e Conta Histórias". É um projeto inovador onde o público poderá interagir com o cantor fazendo perguntas da sua carreira e trajetória musical. Vai ser um show diferente de tudo que você já fez?

F.V – Eu já fiz coisas assim no Rio de Janeiro e aqui em Salvador, vamos fazer esse bate-papo. Vamos conversar com o interlocutor e interagir com a platéia.

Maísa Carvalho Amaral. - Foto.


Os artigos assinados não representam necessáriamente a opinião do Sentinelas da Liberdade. São da inteira responsabilidade dos signatários. Sentinelas da Liberdade é uma tribuna livre, acessível a todos os interessados.